M (M., o Vampiro de Dusseldorf), 1931

CC_M_1931Não demorou muito e Fritz Lang já voltou a estrelar aqui no blog, dessa vez com M., o Vampiro de Dusseldorf, um suspense policial.

O filme supostamente foi inspirado em um assassino de crianças que realmente existiu na Alemanha, intitulado “o Vampiro de Dusseldorf”. Por esse motivo, esse filme teria exigido bastante pesquisa por parte do diretor, inclusive dentro de manicômios.

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City Lights (Luzes da Cidade), 1931

CC_City_Light_1931Alguém estava com saudades de  Charles Chaplin? Pois ele está de volta!

Em Luzes da Cidade, Chaplin interpreta um vagabundo que se apaixona por uma humilde florista cega (Virginia Cherryll). Inspirado por esse amor, ele trabalha e se esforça para melhorar a vida dela.

Esse filme é – na minha humilde opinião – o mais fofinho de toda a filmografia de Charles Chaplin até agora. Como em Em Busca do Ouro, é um filme não tem muitos cacoetes, porém este aqui é bem mais romântico, com uma personagem feminina que me ganhou.

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Metropolis (Metrópolis), 1927

Para fechar a década de 1920 do meu TOP 250 IMDb, assisti a Metrópolis, que estreou aqui no Brasil em quatro de novembro de 1927.

METROPOLIS_1927

Head and hands need a mediator. The mediator between head and hands must be the heart!

Em uma cidade futurística onde a sociedade se divide em trabalhadores e planejadores, Feder (Gustav Fröhlich), filho do mentor da cidade (Alfred Abel), se apaixona por Maria (Brigitte Helm), uma profeta trabalhadora, que prediz a vinda de um salvador para mediar as diferenças.

A trama se mostra mais intricada que apenas uma luta de classe, pois envolve além disso a questão religiosa levantada pela profeta, a manipulação da massa populacional e principalmente o desenvolvimento científico, que permeia cada detalhe de toda a história.

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